Diz o ditado que na hora do aperto é que a gente se entrega.

30 nov

Os ditos populares estão impregnados de sabedoria. E são muito válidos para o povo.

Quem nunca ouviu dizer que quem vê cara não vê coração?

Aqui está a prova!!!

Bobagens de Turistas

26 nov

A agência inglesa de viagens ABTA fez uma lista das reclamações mais estúpidas e bizarras já feita pelo seus clientes:

– “Ninguém nos avisou que haveria peixes no mar. As crianças ficaram atemorizadas.”

– “A praia estava com muita areia.”

– Um hóspede no Novotel da Austrália reclamou que sua sopa estava muito espessa e forte. Sem perceber ele estava tomando um molho com pequenos pedaços de carne.

– ”A prática de topless deveria ser banida das praias. Minhas férias foram arruinadas quando meu marido passou o dia inteiro olhando para outra mulher fazendo topless.”

– “Meu noivo e eu reservamos um quarto com duas camas de solteiro. Quando chegamos ao hotel só estava disponível um quarto com cama de casal. Agora, esperamos que vocês se responsabilizem por minha gravidez. Isso nunca teria acontecido se vocês tivessem nos colocado no quarto correto.”

– Após uma viagem à Barcelona, um viajante disse: “Há muitos espanhóis. A recepcionista fala espanhol. A comida é espanhola. Há muitos estrangeiros.”

– Em uma viagem à praia. “Nós tivemos que ficar na fila do lado de fora, sem ar condicionado.”

– “É sua responsabilidade como agente de viagem nos avisar dos barulhentos e incontroláveis viajantes antes da viagem.”

– “Eu fui picado por um mosquito. Ninguém me disse que eles picavam.”

– “É uma preguiça dos donos de lojas não abrir após o almoço. Eu precisava comprar coisas durante a siesta. Essa prática deveria ser banida.”

– “Na minha viagem à Goa, na Índia, eu fiquei com nojo ao descobrir que quase todo restaurante serve curry em seus pratos. Eu não gosto de comida apimentada, definitivamente.”

– “Nós reservamos um passeio ao parque aquático mas ninguém nos disse para levar roupa de banho e toalha.”

 

Rola na Internet

26 nov

Radinho da Vovó

Esta carta foi enviada ao diretor de uma escola primária que havia oferecido um almoço em homenagem às pessoas idosas da comunidade. Durante o almoço, uma das senhoras convidadas, de idade avançada, ganhou um rádio, num sorteio realizado com os cupons que foram entregues na porta.

Ela escreveu uma carta emocionada em agradecimento aos promotores do evento. Este relato é uma homenagem a toda a humanidade, e serve para refletirmos sobre as relações humanas.

Veja que LIÇÃO DE VIDA:

‘Caros alunos e membros da direção, Deus abençoe vocês pelo lindo rádio que ganhei durante o almoço em homenagem aos idosos!
Eu tenho 84 anos e moro em um lar de velhinhos carentes. Toda a minha família já faleceu, eu não tenho mais parentes. Por isso, foi muito reconfortante saber que existem pessoas que ainda levam em consideração o meu bem estar e paz de espírito.
Aqui no nosso Lar, divido o quarto com uma companheira mais idosa do que eu – ela tem 95 anos de idade – que não pode comparecer ao almoço, por estar muito deprimida.

Durante todos estes anos em que convivemos ela teve um Radinho como o meu, que lhe fazia companhia constante. Ela nunca permitiu que eu ouvisse o rádio dela, mesmo quando estava dormindo ou ausente. Há algum tempo, no entanto, o rádio dela caiu do criado mudo e se espatifou no chão. Foi muito triste para ela, que chorou muito.

Então eu ganhei este rádio e no dia seguinte ao almoço ela pediu-me humilde e comovidamente para ouvi-lo, e eu olhando para seus olhinhos marejados, disse:

– Nem fudendo, sua velha filha da puta!!!

Obrigada por me proporcionarem essa inesquecível oportunidade!

 

Quase-Ibitipoca

28 set

Misture:

  • Grandes amigos
  • Um passeio
  • Um carro quebrado
  • Um resgate demorado
  • Seis amigos dentro de um carro
  • Um amigo perdido
  • Sete amigos dentro de um carro
  • Uma chave quebrada
  • Um chaveiro na igreja
  • Um desespero coletivo
  • Uma única copia de chave
  • Uma briga de irmãos.

Sabe no que dá isso?

Em uma viagem a Quase-Ibitipoca!

Aguardem o próximo post.

Um rolé em Petrópolis – Uma história narrada por um amigo.

28 set

Um casal de amigos conta que num domingo sem nada para fazer, resolvem dar  “um rolé” até Petrópolis.

Pegam o carro e partem para o passeio.

Tudo foi muito agradável, conheceram os pontos turísticos e andaram até de pedalinho. O dia passou e era hora de voltar pra casa.

Quando se aproximam do pedágio o namorado pergunta para companheira:

_ Você tem algum dinheiro trocado ai?

_ Não! Responde ela.

_ O último dinheiro que tinha usei no pedalinho.

_ Você não tem nada? Insiste ele.

_ Não. Por que? Ela questiona.

_ Esquecemos de passar no caixa eletrônico. Meu dinheiro acabou todo!

 

Ela não acredita.

Quando chega na cabine ele solta a celebre frase para o atendente:

_ E ai amigo? Beleza? Máster ou Visa?

O Atendente sorrir, achando que era uma brincadeira. Mas ele reforça:

_ Não é brincadeira não amigo! To sem nenhum centavo.

O atendente faz cara de desagrado e chama uma responsável pelo pedágio.

Ela pergunta o que está acontecendo e o atendente explica a situação.

Uma fila já havia formado atrás deles, e todos tiveram que dar ré, para que ele manobrasse até uma sala ao lado da via. Ele desceu, mas a namorada continuou no carro. Dentro da sala ele explicou mais uma vez a situação para os presentes. Eles lhe disseram que ele poderia pagar com o cartão um daqueles selos que permitem um número “x” de passagem no pedágio.

O valor exato eu não lembro agora, mas era algo entre R$20,00 ou R$50,00.

Ele explicou que não tinha o habito de fazer aquele trajeto e que dessa forma o selo seria inútil.

 Conversa vai conversa vem, a namorada começa a ficar preocupada com a demora, é nesse momento que ele retorna junto com a representante que dá a seguinte orientação:

_ Olha ta vendo aquela vam escolar ali?

_ Gruda nela, quando a cancela abrir e ela passar você passa junto!

E assim ele fez!

Saiu buzinado e acenando para todos no pedágio.

Gaiato que só ele tinha feito amizade com a galera, tomado cafezinho na sala e o melhor de tudo: passou de GRAÇA!

 

Um casamento, uma viagem e um Capilé.

28 set

Tudo começa com os preparativos de viagem para um casamento.

É isso ai, o casamento não seria em Juiz de Fora, mas sim, na cidade natal da noiva: Carrancas.

Querida por todos, logo surge à idéia de alugar um ônibus que levaria os convidados a distinta cidade da cerimônia.

            A nobre Zezé, muito solicita, revela conhecer um rapaz que trabalha com transporte turístico. Tudo caminhava bem e depois de acertados os detalhes sobre a viagem, todos se preparavam para o casamento.

            Chega o dia da viagem, o motorista e também proprietário do transporte nos é apresentado. Eis a alcunha do mesmo: “Capilé” (guardem esse nome).

Rapidamente um dos convidados, “Zé”, se aproxima e cumprimenta com entusiasmo o motorista – mais um sinal positivo – eram conhecidos!

Não havia com que se preocupar, e após uma prece para que tudo corresse bem, nos lançamos à estrada.

            Dentro do ônibus estavam: convidados, padrinhos, músicos e a flores que ornamentariam a igreja. A viagem até Carrancas foi muito tranqüila, porém antes mesmo de entrarmos na cidade, conhecemos um famoso ponto da estrada, “o salto”. A estrada foi aberta no meio de uma pedreira, e “o salto” era um despenhadeiro, uma altura que poucos se arriscaram a olhar, ficou conhecido assim após um carro despencar lá de cima.

            Chegamos! Depois de seis horas… chegamos!

Recebidos com muito carinho pela família da noiva e com um belo café da manhã, logo nos apressamos a cumprir as tarefas que cabiam a cada um.

            O dia passou rápido e a noite logo se apresentou, mas tudo estava certo e em seu devido lugar.

O casamento foi lindo! Igreja, música, ornamentos, convidados e noivos, tudo estava impecável.

Como todo bom casamento em cidade do interior, uma festa tinha sido planejada. Uma festa que começou dentro de casa e se estendeu ate a rua paralela e sem movimento, bem em frente.

Nos divertimos! Mas tínhamos um cronograma a seguir. E esse dizia que à 1h da manhã do dia após o casamento, deveríamos retornar a Juiz de Fora. A noiva nos persuadiu a ficar, queria que conhecêssemos as cachoeiras, tão famosas na cidade e que empresas como a Rede Globo usavam como locação para suas novelas.

Um grande número do grupo apoiou essa idéia, poderíamos retornar sem nenhum problema após o almoço no domingo. Mas como sempre, havia aqueles que queriam seguir o combinado (mesmo que não tivessem motivo algum para cumpri-lo).

Assim, com a maioria contrariada, reunimos o grupo pra empreender o retorno. Após as despedidas, mas uma vez colocamos o pé na estrada. O luar iluminava o caminho e diferente da vinda o ônibus agora seguia em profundo silêncio. Chegamos a Itutinga, a primeira cidade depois de Carrancas, ali o motorista encostou, e Zé – amigo do Capilé – veio até a mim, esse amigo que vos narra os fatos (e que também era o responsável pela excursão), para dizer que não poderíamos seguir viagem, uma vez que, um problema elétrico, teria afetado os faróis e esses não estavam funcionando, desta forma teríamos que esperar o dia amanhecer.

Bendito seja o luar! Vocês podem acreditar que passamos pelo salto sem farol?

Fazer o que né? Essa foi minha resposta!

Dormiríamos todos no ônibus, bem ao lado à praça central de Itutinga.

Após as piadas e protestos, o cansaço nos venceu e mesmo com alguma dificuldade para dormir (devido à diversidade de roncos dos mais velhos que já dormiam) não haviam outra saída a não ser nos entregarmos aos braços de Morfeu.

O dia amanhece, e junto a ele alguns burburinhos. Mesmo com a cabeça coberta, pude identificar o teor da conversa, algo estava errado, e as pessoas discutiam quem iria me dar a noticia. Coube a Iracema – a melhor amiga – que já inicio de forma amigável nosso diálogo:

 

-Eder… Acorda!

Puxei lentamente a coberta sobre meu rosto.

– Eder, sou eu, Iracema, sua amiga!

Perguntei o que havia acontecido.

-Deu um problema no ônibus e ele não quer ligar.

Dei um salto da poltrona, em busca do meu Cristo, vulgo CAPILÉ.

Informaram-me que ele fora buscar um mecânico. Menos mal, pensei!

As horas iam passando, poderíamos ter conhecido todos os pontos turísticos de Itutinga, caso essa os tivesse. Depois de longas horas, o motor do ônibus foi acionado – ótimo – o retorno para casa se tornava real. O mecânico, porém, alertou que o motor não poderia ser desligado e que dessa forma não teríamos mais problemas.

            MENTIRA! Nunca acreditem em um mecânico de emergência!

            O ônibus quebrou uma, duas, três vezes ainda na estrada. Sorte é que tínhamos em companhia um outro motorista de ônibus e algumas pessoas que entendiam um pouco mecânica. Nessa brincadeira, a fome já nos assolava. As tantas horas e vezes, que ficamos parados, nos fizera consumir todo o estoque de lanches.

            Lembrei-me dos bombons que me foram dados pela noiva, e vez ou outra comia um escondido. Entendam, não havia número suficiente para partilhar com todos, e em caso de morte coletiva, por fome, alguém deveria ficar vivo para contar a história. Decidi que esse deveria ser eu!

            Enfim, estávamos rodando novamente e eis que surge o nosso oásis, uma lanchonete de beira de estrada. Todos concordaram em parar rapidamente para comprar algo. Deve ter sido o dia mais feliz daquele comerciante, já que ali se encontrava 50 pessoas famintas e que consumiam tudo o que viam pela frente. A alegria tinha voltado, vozes altas, gargalhadas demonstravam isso. E qual nossa surpresa ao voltarmos para o ônibus?

            É isso aí! Nosso amado CAPILÉ, tinha desligado o motor.

            Explodi em fúria, queria amarra-lhe uma corda para que o “jumento” puxasse o ônibus até Juiz de Fora. Todos tentavam me acalmar e CAPILÉ, me olhava à distância, profundamente envergonhado e buscando uma solução.

            Surgiu nada mais, nada menos do que um TRATOR. E foi nossa salvação!

Com a ajuda do trator o ônibus “pegou no tranco”!

Invocamos proteção dos céus, para que santos e toda a milícia celeste nos ajudasse a completar essa peleja. E deu certo. Deus nos ouvia!

Os ocupantes aplaudiram quando viram o “Parque da Lajinha”, estávamos em nossa cidade, em solo conhecido.

Com a maior presteza que vira em minha vida, CAPILÉ prontificou-se em me deixar na porta de casa, mas não pense que foi por pura bondade. O combinado é que eu pagaria o restante do “pacote turístico” assim que chegássemos  em Juiz de Fora e com os fatos acontecidos, acredito eu, que ele temia não receber o restante do pagamento.

Na porta de casa cumpri com nosso trato, agradeci e me despedi com toda a educação que receberá de meus pais, mas não sem lhe dar um último olhar, na certeza de que, se um dia eu o encontrasse novamente, jamais me arriscaria a entrar em seu ônibus.

Na segurança do meu lar comecei a contar aos presentes os fatos ocorridos. Todos me olhavam espantados, ao mesmo tempo que riam da situação, foi quando meu telefone tocou. Era Iracema, minha amiga, me contando que algumas ruas após minha casa o ônibus quebrou novamente e eles tiveram que carregar instrumentos musicais e todo o aparato que tinha sido utilizado no casamento.

 

Essa história pode até parecer mentira, mas os fatos ocorreram assim mesmo.

Já se passaram mais de dez anos, e todas as vezes que algum dos envolvidos se encontram, ela ainda rende boas gargalhadas.

Quem não tem o que contar não viveu ou ja morreu.

21 set

Tem até quem não acredite!

Pode ser, as vezes é quase impossivel imaginar que algo assim aconteceu. Mas quem viveu pode contar!

É isso que vamos fazer aqui, contar histórias que aconteceram em nossas vidas e que de trágicas tornaram-se cômicas.

Pode ter sido naquela viagem…naquele casamento… em qualquer outro lugar e até mesmo todas as coisas juntas!

Não importa!!!

O importante é que você tenha sobrevivido e “bote-a-boca no trombone”, quem sabe sua experiência não salvará outros desavisados?!

As histórias aqui narradas aconteceram realmente, alguns nomes poderão ser modificados para preservar os envolvidos.

Seja Bem-Vindo, e se você tem alguma coisa pra nos contar- mande pra cá – mas lembre-se: “Quem conta um conto, aumenta um ponto…”, é importante que sua história seja real, mas não nos importaremos se você exagerar um pouquinho!!

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